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TOGETHER

“É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.” Clarice Lispector

Eu, era culpado por perdas que não eram minhas. Sorry, I’m not guilty
Se afaste de tudo aquilo que tira o sorriso do seu rosto, não sofra sem necessidade. Paris 1995
Com o tempo a gente aprende que atenção, carinho e blush tem que ser na medida certa. Se não, a gente acaba de palhaça. Tati Bernardi. (via agonizador)
Na delicadeza das palavras procurei escrever sua presença e descrever o quanto é fascinante pensar você. Entenda que minhas mãos livres, que agora se dedicam à escolha das palavras certas, gostariam de estar presas às suas para te prensar: te segurar: e não te deixar voar. E que meus lábios secos, que agora se dedicam ao deserto silêncio da imaginação, gostariam de molhar os seus e desaguar no seu mundo até você florescer e germinar e brotar no jardim da minha poesia, como as lírios peruanos: suas flores preferidas: que sobrevivem muito bem sozinhas, certo, mas vivem muito mais quando têm alguém para alegrar suas dores ou admirar a beleza de suas cores. Entenda também que quando não ouvi sua voz: escrevi o timbre doce e delicado do som das suas palavras. Quando não te vi: descrevi toda a grandeza e a escuridão que habitam na profundeza lírica dos seus olhos: grandes e quase negros. E quando não consegui te tocar ou alcançar a maciez da sua pele: improvisei literalmente a textura da sua derme: tão branca: tão macia: e pude tatuar palavras que eu não sabia que existiam: e pude tatear tua alma como quem acaricia estrelas no céu, sem saber que elas também brilham e se espalham no chão: sem saber que elas brilham e se espelham em você para iluminar o mundo: o meu mundo. Eu me chamo Antônio.  
Eu queria ser seu último amor. Mas sabia que não era. Sabia e a odiava por isso. Eu a odiava por não se importar comigo. Eu a odiava por ter me deixado naquela noite. E odiava a mim mesmo por tê-la deixado ir embora, porque, se eu tivesse sido suficiente, ela não teria querido ir embora. Simplesmente teria se deitado comigo, conversado e chorado. E eu a teria ouvido e teria beijado as lágrimas que caíam dos seus olhos. Quem é você, Alasca?
Pense que você é uma obra em progresso. Pense em quanto cresceu e mudou no último ano. Imagine quanto vai continuar a mudar a cada ano pelo resto da sua vida. 365 dias do ano 


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